«Luvina»
Juan Rulfo
Dos cerros altos do sul, o de Luvina é o mais alto e o mais pedregoso. Está amaldiçoado por essa pedra cinzenta com a qual fazem a cal, mas em Luvina não fazem cal com ela nem dela tiram nenhum
proveito. Ali chamam-lhe pedra crua, e à lomba que sobe para Luvina chamam-lhe Cuesta de la Piedra Cruda. O ar e o sol encarregaram-se de esmiuçá-la, de tal maneira que a terra por ali é branca e brilhante como se estivesse sempre molhada pelo orvalho do amanhecer; embora isto seja falar por falar, porque em Luvina os dias são tão frios como as noites e o orvalho coalha no céu antes de cair sobre a terra.
Leia o texto integral na Atlântica nº2
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